Fibra de malva movimenta economia ribeirinha

Uma das principais atividades de Manacapuru, a 82 quilômetros de Manaus, capital amazonense, o cultivo de fibras vegetais envolve cerca de 15 mil famílias. O produto é matéria-prima para sacas de café e tem como principal “comprador” o Estado do Espírito Santo que exporta o produto para todo o mundo.

A fibra é preparada quando a planta é levada para dentro do rio. A fibra é retirada do caule e colocada para secagem. Em seguida, em fardos, levada para a filial da CTC (Companhia Têxtil de Castanhal), onde é prensada. Os fardos seguem de balsa de Manaus até o Pará. Os fios são tecidos, costurados e pintados com o selo Cafés do Brasil.

Para a permanência da população ribeirinha nas suas terras e manter o sustento da família com a plantação dessas plantas de fibras, há garantia de comércio oferecida pelas empresas da região.

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Além de receber por um preço mínimo por quilo, estabelecido pelo governo do Amazonas, as empresas pagam um valor acima para fidelizar fornecedores e incentivar o aumento da produção. Os produtores recebem das empresas sementes das plantas como forma de parcerias, o que mantem o compromisso de vender às empresas depois de colhidas.

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