Lendário boto cor de rosa, o golfinho da água doce

É o maior golfinho de água doce, com os machos medindo e pesando 16% e 55% mais do que as fêmeas. Os adultos apresentam uma coloração rosada, mais proeminente nos machos. Sua dorsal é pequena, mas é muito larga e as suas nadadeiras peitorais são grandes.

Esse recurso juntamente com o seu tamanho médio e a falta de fusão nas vértebras cervicais conferem-lhe uma grande capacidade de manobra para navegar na floresta inundada e capturar suas presas.Alimenta-se principalmente de peixes, além de tartarugas e caranguejos. Na época das chuvas se desloca para as áreas alagadas da floresta, onde há uma maior oferta de alimentos.

Devido à falta dados de sua população, estima-se que a espécie esteja ameaçada. Não é alvo de caça, mas tornou-se presas acidentais em redes de pesca. Por sua coloração rosada chama a atenção e é uma das espécies de golfinhos mantida em cativeiro em vários aquários do mundo, principalmente nos Estados Unidos, Venezuela e Europa, havendo assim uma alta taxa de mortalidade em cativeiro

O boto na tela de cinema

As várias lendas sobre o boto cor de rosa já virou até roteiro de cinema brasileiro – “Ele, O Boto”, de Walter Lima Jr. (Brasil/1987).

Assim como longa-metragem, ele sai dos rios amazônicos nas noites de festa junina e, com um poder especial, consegue se transformar num lindo, alto e forte jovem vestido com roupa social branca. Ele usa um chapéu branco para encobrir o rosto e disfarçar o nariz grande.ai a festas e bailes noturnos em busca de jovens mulheres bonitas.

Com seu jeito galanteador e falante, o boto aproxima-se das jovens desacompanhadas, seduzindo-as. Logo após, consegue convencer as mulheres para um passeio no fundo do rio, local onde costuma engravidá-las. Na manhã seguinte volta a se transformar no boto.

Outros dizem ainda que o boto cor-de-rosa é considerado amigo dos pescadores da região amazônica. De acordo com a lenda, ele ajuda os pescadores durante a pesca, além de conduzir em segurança as canoas durante tempestades. O boto também ajuda a salvar pessoas que estão se afogando, tirando-as do rio.

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